IV Seminário de Pesquisa do Vale do Ribeira
 
II Seminário do PBMA
 

16 a 18 de Setembro de 2010

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INFORMAÇÕES

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COORDENAÇÃO GERAL

Prof. Dr. Zysman Neiman

 

COORDENAÇÃO DO COMITÊ CIENTÍFICO

Profa. Dra. Eliana Cardoso Leite

 

COORDENAÇÃO DO SEMINÁRIO DO PBMA

Prof. Dr. Reginaldo Barboza da Silva

 

HISTÓRICO

 Em 2004 aconteceu o I Seminário. Foi o movimento inicial de algumas organizações e universidades na busca da agregação do conhecimento existente sobre o Vale do Ribeira de modo a se evitar a duplicação das pesquisas, mapear o que já foi feito e tornar esse conhecimento mais acessível às comunidades e moradores da região. Naquela ocasião foram 73 os pesquisadores que se encontraram.

O II Seminário de Pesquisa do Vale do Ribeira ocorreu em 2005 e foi promovido pelo Comitê Gestor da Área de Proteção Ambiental Cananéia, Iguape, Peruíbe (CONAPA-CIP) e na sua organização estão às seguintes instituições: UNESP de Registro, PUC de São Paulo IBAMA de Iguape, Associação dos Monitores Ambientais de Iguape (AMAI), Museu de Zoologia (USP), Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE - USP), Nupaub (USP), Instituto Florestal, UNESP de S. Vicente e a Comitê de Bacias Hidrográficas do Ribeira de Iguape e Litoral Sul (CBH-RB).

O I e o II Seminários surgiram da constatação, através de levantamento preliminar e inicial em algumas bibliotecas acadêmicas, que a região do Vale do Ribeira tem sido durante muitos anos, alvo do interesse de diversos pesquisadores que têm produzido rico conhecimento sobre a área. Paralelamente a essa constatação, percebe-se também que uma parcela significativa desse conhecimento se perde tanto para a comunidade científica quanto para as comunidades locais implicadas nas pesquisas. À constatação seguiu-se o estranhamento e a surpresa de se perceber que as pessoas trabalhavam em suas pesquisas, produzindo teses, dissertações e livros sobre o Vale e, na maioria das vezes, desconheciam o que outros colegas faziam em outras áreas de conhecimento e muitas vezes em sua própria área.

Dada a riqueza dos meios físico, biótico e antrópico da região, são muitos os cientistas que se sentem atraídos para a área e nela desenvolvem extensos programas de pesquisa. A necessidade de um fórum onde se pudesse fazer a troca de conhecimento sobre o Vale do Ribeira vinha sendo sentida já há algum tempo pela comunidade cientifica que atua ali. Alguma coisa já havia sido realizada nesse sentido, de maneira mais limitada em seu escopo geográfico ou temático. Às vezes eram os pesquisadores que atuam no conjunto das ilhas da APA, ou aqueles que trabalham com a fauna marinha que se reuniam, por exemplo. Pensar no conjunto da região acabou se tornando uma tarefa urgente não só com vistas a uma integração do conhecimento já produzido, mas também com a perspectiva de detectar as lacunas de pesquisas que ainda não foram objeto de interesse da comunidade científica. Concomitantemente, era do interesse de todos os pesquisadores ouvidos que a população residente na região, que sempre foi passiva na produção do conhecimento científico, passasse a ser voz atuante e significativa na busca da resposta à pergunta sobre o que se sabe a respeito da região.

Como estratégia, o II Seminário dedicou-se à implantação da rede de pesquisas já apontando como tema para o III Seminário a integração das demais áreas do Vale do Ribeira e a consolidação do Centro de Referência. Assim, o III Seminário do Vale do Ribeira surge com os seguintes objetivos:

 

·   Dar continuidade ao mapeamento das pesquisas realizadas e das em andamento;

·    Busca da integração do conhecimento produzido;

·    Detecção das lacunas de conhecimento sobre a região;

·    Avanço no processo de construção e consolidação do Centro de Referência em Pesquisa e da Rede de Pesquisadores do Vale do Ribeira; e

· Proporcionar o envolvimento das instituições públicas, associações produtoras e as comunidades locais no processo de mapeamento das lacunas do conhecimento sobre o Vale.

  

III Seminário de Pesquisa do Vale do Ribeira

 O dia 21 de novembro foi reservado para a realização da abertura oficial do evento. No período da tarde representantes da comissão de apoio, formada por alunos do Curso de Agronomia da UNESP-Registro, ficaram á disposição no local do evento para recepcionar o participantes e efetivar novas inscrições. Á noite, após o inicio oficial, o Dr. Edin Sued Abumanssur (PUC – São Paulo) realizou a palestra inaugural. Nesse momento fez um resgate do histórico sobre Seminário de Pesquisa do Vale do Ribeira e os princípios que nortearam e norteiam a sua existência. O Prof. Edin também fez uma homenagem a Dra. Denise Seale (IB-USP), pesquisadora atuante no Vale do Ribeira, colaboradora da Comissão Organizadora do III Seminário e participante da Rede de Pesquisadores iniciada com o II Seminário de Pesquisa, que havia falecido há poucas semanas. Na seqüência, para finalizar as atividades, o grupo Batukagê se apresentou com músicas e histórias do folclore regional.

No dia 22, no período da manhã, ocorreu a primeira mesa-redonda sobre “Demandas de Pesquisa no Vale do Ribeira” – composta por representantes de instituições que atuam na fiscalização ambiental, aprovação de projetos e no apoio ao desenvolvimento econômico regional. Esta mesa visou mapear as lacunas de conhecimento que possam subsidiar as atividades dessas entidades, favorecendo a articulação o desenvolvimento regional. A mesa foi composta por representantes da CATI; Direção Regional de Saúde - DRS-XVII; IBAMA e Instituto Chico Mendes; Instituto Florestal – IF; ITESP (Fundação Instituto de Terras do estado de São Paulo).

A mesa redonda de “demandas” proporcionou discussões muito enriquecedoras além de possibilitar a aproximação destas entidades com a comunidade acadêmica e civil presentes no auditório. A Diretoria Regional de Saúde informou que há uma fundação estadual que realiza pesquisas que normalmente atendem suas necessidades, mas no conjunto dos participantes da mesa, entre as necessidades, desabafos e indagações levantadas podemos salientar:

- a necessidade de estudos com defensivos agrícolas utilizado nos bananais, pois muito se tem falado, mas muito pouco ou nada foi realmente estudado a respeito;

- na mesma linha, salientou-se a falta de informações sobre a “saúde do trabalhador” no Vale do Ribeira e estudos relacionados aos altos índices de gravidez na adolescência;

- pesquisas sobre a diversidade cultural do Vale do Ribeira, envolvendo não só as comunidades tradicionais, mas também as ondas migratórias que vieram para o Vale;

- pesquisas em relação ás comunidades tradicionais e suas formas de relação com o ambiente;

- pesquisa em relação á biodiversidade;

- estudos voltados ao manejo sustentável de espécies nativas com potencial comercial;

- estudos sobre agroecologia e sistemas agroflorestais;

- pesquisas que auxiliam, instrumentalizem os órgãos de fiscalização;

- estudos sobre a gestão de Unidades de Conservação, em especial pesquisas participativas;

- todos os membros da mesa também salientaram a falha ou mesmo ausência na forma de divulgação das pesquisas, havendo a necessidade de se aprimorar esse processo.

No período da tarde houve uma seção especial para a apresentação oral dos projetos financiados pelo “Pólo de Biotecnologia da Mata Atlântica” (convênio FNMA/MMA). Dos cinco projetos financiados, quatro realizaram suas apresentações com resultados significativos. Cada qual com linhas distintas dos demais, o primeiro, “Mata Ciliar: A educação e a conscientização como mecanismos de preservação e recuperação”, Dra. Elaine Pavini Cintra (SCELISUL – Registro), envolvendo um programa de educação ambiental voltado à preservação da mata ciliar do Rio Jacupiranginha; o segundo, Dr. Domingos Sávio Rodrigues (APTA – Pariquera-açu) sobre conhecimento de plantas medicinais na comunidade quilombola de Pedro Cubas de Cima, o terceiro, “Compostagem de resíduos da agroindústria do palmito no Vale do Ribeira”, Dr. Reginaldo Barboza da Silva (UNESP – Registro), que com apoio da iniciativa privada testou e padronizou o processo de compostagem utilizando resíduos do palmito juçara, pupunha e imperial, e o quarto projeto, “A Flora do Vale do Ribeira”, Dr. João Vicente Coffani-Nunes (UNESP – Registro) onde se organizou um banco de dados sobre os trabalhos já efetuados na região. Todos os trabalhos, além dos resultados obtidos, apresentaram desdobramentos e perspectivas de continuidade.

O terceiro dia de trabalho, dia 23, no período da manhã o Dr. Arlei Benedito Macedo (Instituto de Geociências – USP), conduziu o debate sobre o Centro de Referências. Inicialmente o oDr. João Vicente Coffani-Nunes fez uma retomada das discussões ocorridas durante a organização e no decorrer do II Seminário de Pesquisa. Na seqüência, mais do que discutir plataformas de armazenamento de dados, priorizaram-se propostas para efetivar o Centro de Referências em Pesquisas do Vale do Ribeira. Nesse sentido, duas propostas foram tiradas: que um projeto deverá ser enviado pelo Dr. Arlei para o Comitê de Bacias do Rio Ribeira de Iguape e Litoral Sul para se dar início ao centro; e que a comissão organizadora do III Seminário de Pesquisa irá enviar um e-mail a todos os participantes que apresentaram pôster para enviarem o arquivo do trabalho para sejam disponibilizados na página do evento (www.registro.unesp.br/seminario). Discutiu-se que há necessidade de um esforço conjunto para, pelo menos, disponibilizar o acesso a bancos de dados já existentes, como por exemplo, o do próprio Sistema de Informações Georeferênciadas do Comitê de Bacias, do Museu dinâmico da Mata Atlântica, NEPAUB e outros. Futuramente, deveria ver a possibilidade de integrar todos esses bancos de dados. Também foi unânime que o Campus Experimental de Registro – UNESP, como a única universidade pública instalada no Vale do Ribeira deveria ser a instituição sede do Centro de Referências, mas que o momento político que atravessa não é o mais apropriado para isso.

Desse mesmo debate, saiu uma moção de apoio ao Museu Dinâmico da Mata Atlântica, projeto instalado nas edificações do KKKK, em Registro, e que está com seu espaço físico comprometido e de futuro incerto. O Museu Dinâmico da Mata Atlântica é o único local em que o acervo é totalmente voltado ao Vale do Ribeira. Além de incluir a sala de exposições, apresenta um espaço para palestra, cursos ou mesmo estudo, e sedia o Centro de Informações Técnico-Científico (CITEC) com um acervo de cerca de 300 títulos de trabalhos, livros, mestrados, doutorado, CD-ROM, VHS sobre o Vale do Ribeira. A moção de apoio será levada ao prefeito da cidade de Registro.

No período da tarde ocorreu a segunda mesa-redonda: “Grandes Projetos Regionais” – composta por representantes dos grandes projetos Agenda 21, Eco-turismo e Plano de Bacias Hidrográficas desenvolvidos no Vale do Ribeira. Cada representante apresentou de forma sucinta os objetivos e propósitos de cada projeto e sua forma de articulação. A Agenda 21, apresentada pelo Sr. Ronaldo Ribeiro (IDESC – Registro), salientou o esforço no envolvimento da comunidade civil através de diversas reuniões em diversos municípios do Vale do Ribeira e a interação com outros projetos governamentais, em especial o CONSAD. A Sra. Anna Carolina F. L. de Oliveira (SMA-SP), falou sobre o projeto de Ecoturismo na Mata Atlântica, sobre sua formulação e recente redirecionamento do projeto onde se procurou ter um contato maior com as comunidades locais. O Dr. Arlei Macedo apresentou a última versão do Plano de Bacias do Rio Ribeira de Iguape e Litoral Sul e o Sistema de Informações Georeferênciadas criado para auxiliar no gerenciamento e consulta.

No quarto e último dia do evento, estava prevista a mesa-redonda “Instituições de Fomento e o Vale do Ribeira”. Esta foi a mesa mais difícil de ser formada, estiveram presentes o Ministério do Meio Ambiente - MMA, com dois representantes, e um representante do Comitê de Bacias Hidrográfico do Ribeira de Iguape e Litoral Sul, outras instituições foram convidadas mas não houve retorno. Os representantes do MMA enfocaram alguns programas do ministério com linhas de financiamento de projetos, em especial um novo programa de “Conservação, Manejo e Uso Sustentável da Agrobiodiversidade” que envolve 12 ações (subprogramas) promovendo o conhecimento, desenvolvimento de tecnologias, uso sustentável, sistemas agroflorestais, valorização do conhecimento tradicional, resgate de sementes e criações criolas e disseminação de experiências, entre outros. Também apresentaram o Programa Brasileiro de Biodiesel, que também envolve vários aspectos comuns ao anterior, como a prospecção de espécies nativas e desenvolvimento de tecnologia e manejo. Mas o Ministério não tem nenhuma linha de financiamento específico para o Vale do Ribeira. O Comitê de Bacias, por outro lado, apresenta linhas de financiamento em função do seu Plano de Bacias. Cada bacia hidrográfica tem um montante alocado para aprovar projetos do âmbito da própria bacia. Assim, desde que o projeto atenda as diretrizes apresentadas pelo comitê, todos podem concorrer a essa fonte de financiamento, lembrando que no caso do Comitê de Bacias os projetos sempre estarem voltados a questões relacionadas aos recursos hídricos.

Finalizando o encerramento do III Seminário de Pesquisa do Vale do Ribeira foi realizada uma assembléia geral coordenada pelo Dr. João Vicente Coffani-Nunes, que fez uma síntese do evento e apresentou as propostas oriundas das mesas-redondas e debates. Também foi apresentada a parceria entre a Universidade Federal de São Carlos, Campus de Sorocaba, e o Instituto Florestal como proponentes para sediar, centralizar a coordenação do IV Seminário de Pesquisa do Vale do Ribeira a se realizar em 2009.

No decorrer do III Seminário de Pesquisa do Vale do Ribeira, do dia 22 ao 24 foram expostos de forma permanente 72 pôsteres das diversas áreas do conhecimento como de botânica, zoologia, conservação, unidades de conservação, turismo, agricultura, zootecnia, geologia, saúde, educação ambiental, física, piscicultura, etc.

O III Seminário de Pesquisa do Vale do Ribeira em relação as duas versões anteriores foi o que obteve a maior abrangência de temas e área geográfica.

 

PRODUTOS

 O III Seminário de Pesquisa do Vale do Ribeira alcançou seu principal objetivo de reunir e discutir com a comunidade acadêmica e instituições que atuam no Vale do Ribeira sobre suas necessidades imediatas, referendando o Seminário de Pesquisa como um fórum para essas discussões.

Consolidou a proposta de efetivar o Centro de Referências em pesquisa do Vale do Ribeira via projeto a ser apresentado no Comitê de Bacias do Rio Ribeira de Iguape e Litoral Sul.

Ratificou a publicação dos resumos do III Seminário de Pesquisa na forma digital pelo site do evento (www.registro.unesp.br/seminario).

Endossou o esforço dos participantes do evento e da rede de pesquisadores em enviar o arquivo de seus trabalhos e pôsteres para alimentar o Centro de Referências, que temporariamente estará associado ao Centro de Informações Técnico-Científico do Museu Dinâmico da Mata Atlântica (www.registro.unesp.br/museu), além da própria página do evento.

Foi lançada a proposta de se iniciar uma discussão sobre a criação de uma Fundação Vale do Ribeira como objetivo de buscar recursos e financiar projetos no Vale do Ribeira e em especial das instituições de pesquisa nele instaladas.

Deliberou sobre a freqüência bienal do Seminário de Pesquisa e aprovou a iniciativa da Universidade Federal de São Carlos, Campos de Sorocaba na pessoa da Dra. Eliana Cardoso Leite, e do Instituto Florestal, representado pelo pesquisador Marcos Campolim, em coordenarem a organização do IV Seminário de Pesquisa do Vale do Ribeira em 2009, tendo com possível tema “A criação da Fundação Vale do Ribeira”. Ratificando a filosofia participativa do Conselho Gestor, via a Rede de Pesquisadores do Vale do Ribeira.

  

CONCLUSÃO

 O III Seminário de Pesquisa do Vale do Ribeira alcançou grande êxito no conjunto de seus objetivos e em especial na consolidação do processo de integração dos pesquisadores e do conhecimento produzido, no mapeamento das pesquisas realizadas e em andamento no Vale do Ribeira, e no processo de consolidação do Centro de Referências em Pesquisa do Vale do Ribeira. Salientando que, em relação aos dois seminários anteriores foi o de maior abrangência de áreas do conhecimento, bem como na distribuição geográfica dos projetos no Vale do Ribeira.

Quando analisamos o número de participantes e o número de trabalhos inscritos, nesses dois itens, os resultados foram numericamente menores do que a segunda edição do evento. No entanto, em relação aos trabalhos inscritos, no segundo evento aceitou-se a inscrição de projetos, portanto trabalhos que ainda não haviam se iniciado, mas somente planejado. Enquanto que no III Seminário somente foram aceitos trabalhos que já tivessem pelo menos resultados preliminares, portanto, que já estão em execução ou já foi concluído. Desta forma, o III Seminário permite ter uma noção melhor, mais real, das pesquisas que são executadas no Vale do Ribeira. Já em relação ao número de inscritos e um número menor de instituições participante pode estar relacionado ao período do ano em que o evento de realizou, isto visto que no segundo semestre de 2007 houve muitos feriados e o fato do III Seminário ter ocorrido no final de novembro (mês com dois feriados), pode ter dificultado a participação de outras pessoas interessadas. De qualquer forma, o número de trabalhos, de inscritos e de instituições participantes foi bastante expressivo.

Dessa forma, o III Seminário de Pesquisa do Vale do Ribeira ratificou a importância dessa iniciativa como instrumento de comunicação, democratização do conhecimento, planejamento, bem como da parceria entre as várias instituições.

Assim como para o II Seminário em que o apoio financeiro surgiu de uma parceria, a realização do III Seminário só foi possível em função da parceria com o IDESC (Registro – SP) e com os projetos da Agenda 21 e o Pólo de Biotecnologia da Mata Atlântica. Aspecto esse que endossa a importância do Seminário de Pesquisa para o Vale do Ribeira, mas que por outro lado salienta a dificuldade de se obter recursos para um evento que foge dos modelos tradicionais da academia e que busca criar um fórum permanente sobre as pesquisas e a democratização do conhecimento não tão somente sobre, mas principalmente no Vale do Ribeira.

Apesar das dificuldades encontradas, é inegável a importância do Seminário de Pesquisa como um fórum integrador e ao mesmo tempo de difusão do conhecimento e da integração da comunidade acadêmica com as diversas instituições que atuam na região, bem como com as comunidades. Assim, acreditamos que iniciativas como o Seminário de Pesquisa do Vale do Ribeira possa ser um modelo a ser e replicado para outras regiões que apresentam aspectos singulares e uma identidade regional como o Vale do Ribeira apresenta.